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As sub-16 femininas
deslocaram-se a Coimbrões para disputar o primeiro jogo da 2ªfase do
campeonato distrital 1ªdivisao.
Sem alguns elementos importantes para a equipa, as cadetes começaram
o jogo desconcentradas e com muita dificuldade em ultrapassar a
pressão a campo inteiro imposta pelas adversárias, precipitando-se
quando a conseguiam superar o que levou a sucessivas perdas de bola.
Tudo isso, acumulado com uma defesa desorganizada e com os poucos
ressaltos ganhos, justificou o resultado no final da 1ª parte de
45-14.
Apesar da diferença pontual, as visitantes entraram no 3º período
determinadas a melhorar a sua qualidade de jogo ao defender com mais
garra e ao jogar em equipa, demonstrando o que têm vindo a treinar e
a melhorar. O esforço revelado neste período foi compensado com uma
pequena recuperação que, rapidamente, foi anulada no 4º período
devido à falta de vontade e de determinação das leceiras.
Assim, o resultado final de 63-33 traduz as dificuldades e a falta
de confiança e de vontade das cadetes femininas que, para ganharem
os próximos jogos, têm que demonstrar mais garra, companheirismo e
vontade.
Catarina Amado e Rita
Lino
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Concentração
do Juvemaia no Pav. Municipal do Castêlo Maia
Finalmente jogos!!! Foi
o que disseram os nossos jovens atletas Sub.12 à chegada do pavilhão
para a 1ª concentração. O entusiasmo era geral apesar da muita chuva
que nos deixou um pouco molhados, mas o que interessava era jogar.
Foram disputados dois jogos, o 1º com o Bolacesto e o 2º com a
equipa da casa, o Juvemaia.
No 1º jogo, o equilíbrio
foi uma constante, apesar de termos começado muito mal, talvez por
falta de experiência neste escalão, (não nos podemos esquecer que
dos 12 jogadores, apenas 3 já eram Sub.12, os restantes são todos 1º
ano) durante o resto do jogo e depois da habituação às novas regras,
começamos a subir de produção, com uma defesa muito agressiva, mas
ainda alguma falta de discernimento no ataque. Ao fim de 6 longos
períodos e de 42 minutos de jogo, este terminou com o resultado de
37-32 a favor da equipa do Bolacesto.>>>
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Neste
sábado passado, a equipa de mini-10 do desportivo de Leça teve dois
encontros, frente ao CPN e Alfenense , em Alfena. Para a maioria dos
nossos atletas foi o primeiro jogo neste escalão e para primeiro
jogo estiveram muito acima das expectativas.
O primeiro jogo foi contra o CPN que apresentaram uma equipa de alta
estatura, por isso tivemos que aproveitar a nossa rapidez e também o
facto de estarmos “frescos” para o encontro, enquanto o CPN teve um
jogo imediatamente antes. Acabávamos por dar valor a estes aspectos
e isso viu-se no resultado, GDBL 56 CPN 26. Foi um grande esforço e
trabalho de equipa que ajudou a dilatar a vantagem no resultado.
No segundo jogo tivemos um factor contra nós, o cansaço, mas não era
desculpa para dar o melhor contra o Alfenense, que acabou por ganhar
por 36-18. Foi um jogo muito bem disputado entre as duas equipas,
mas o objectivo do jogo é por a bola no cesto algo que infelizmente
nos não conseguimos na maioria dos ataques. Tivemos um jogo igual
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A capacidade de
salto vertical em basquetebolistas
Durante largos anos foi notório o receio de sujeitar os jogadores de
basquetebol ao trabalho de levantamento de pesos. Actualmente, este
método é utilizado para a melhoria, entre outros aspectos, da
capacidade de salto vertical reforçando-se igualmente a musculatura
do trem superior.>>>
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Seniores sofrem a bom sofrer em casa!
No passado Sábado dia 14/11 às 21:30, os n/ Seniores receberam a
equipa da AAU Aveiro num jogo a contar para a 2ª. jornada do CNB2.
Num jogo inteiramente marcado pelo equilíbrio no marcador houve
necessidade de jogar 2 prolongamentos para se decidir o encontro.
Com o tempo regulamentar a escoar - se e uma vantagem de 3 pontos
para a n/ equipa, não conseguimos parar um lançamento triplo do
adversário que levou a partida para um 1º. prolongamento.
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Mensagem no Twitter no intervalo de um
jogo da NBA originou novas regras e restrição ao uso de redes sociais
"No balneário, a escapar para escrever um tuite. Estamos a jogar com os Celtics,
o jogo está empatado. O técnico quer um pouco mais de agressividade. Tenho de
acelerar." Assinado CV31. Ou Charlie Villanueva, o # 31 dos Bucks. A equipa de
Milwaukee até venceu o jogo por 87-77, com 19 pontos do poste. Mas o momento,
ocorrido em Março, teve outro significado - foi a partir daí que os responsáveis
da NBA perceberam que a era do mundo moderno exigia outras regras que balizassem
a utilização das novas tecnologias. E assim nasceu um conjunto de normas que
restringem o uso de Twitter, Facebook ou MySpace. Scott Skiles, o treinador dos
Bucks, repreendeu o jogador após a mensagem, "Espero que nunca mais volte a
acontecer uma situação deste tipo". disparou na conferência de imprensa. "
Estamos a falar no Twitter quando devemos estar preocupados com o próximo jogo",
respondeu Villanueva na zona mista e depois no Twitter. O filho de emigrantes
dominicanos que cresceu em Queens, Nova Iorque. é um homem de causas que causou
revolução no mundo da NBA.
Afectado por Alopecia - doença que pode ter variadas
causas e provoca a queda de todos os pêlos do corpo -, Charlie ViIlanueva tem
uma fundação para ajudar as crianças que sofrem do mesmo problema e é uma das
caras da National Alopecia Areata Foundation, tendo já recebido prémios pelo
apoio a várias acções sociais. Curiosamente, foi também numa aposta feita via
Twitter que fez a última doação: Chris Bosh ex-companheiro do poste nos Toronto
Raptors, atingiu primeiro os 5000 seguidores >>>
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